Jaque Machado Advogada

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Adv e Escritora OABRS90642 🎯FACILITO a transformação de conflitos em soluções 👩‍❤️‍💋‍👩MENTORA de carreira e comunicação/comunicação da advocacia

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Jaque Machado Advogada

@karenpereiraadv @gracileidybacelar.advogada @advogadatuanetarques @aba.comissaodamulher.rs @aba_nacional @aba.acre @abapelotas @abapassofundo @abapassofundo @aba_saoleopoldo @tatifortesadvogada @libiasuzanadasilva @roberto_alexandre_adv @deborabrasil.adv @michelexavieradvogada @aricia_rosan

De acordo com o Código de Processo Civil e a resolução 125/2010 CNJ, tanto mediadores quanto conciliadores devem devem observar as faixas de honorários estabelecidas.

Sao 5 essas faixas:
I- voluntário (zero reais);
II - básico (de 600 a 800); 
III - intermediário (de 800 a 1200); 
IV - avançado ( 1200 a ou mais); 
V - extraordinário (livre sob condições incomuns).

O que deve ser considerado na precificação?
TUDO! Desde o overdelivery até a TMP.  Quanto mais valor no seu trabalho, mais você fará jus a bons honorários sobre mediação.

A resolução demanda atenção para a ordem de que a primeira sessão de apresentação não será cobrada pelo mediador e deverá conter, além da estimativa inicial da quantidade de horas de trabalho, informações sobre o procedimento e orientações acerca da confidencialidade, nos termos do artigo 14 da Lei de Mediação, de acordo com a realidade local.

Os conciliadores e mediadores que optarem nas categorias previstas nos níveis remuneratórios de II a V deverão atuar a título não oneroso em 10% dos casos encaminhados pelo Poder Judiciário, com objetivo de atender aos processos em que foi deferida a gratuidade.

Então, gostou a dica? Se você deseja acompanhar informações detalhadas soabre precificação de honorários na advocacia indico fortemente o perfil da Dra @janainapolicarpo.advogada , detalhes relevantes e passo a passo de como calcular seus honorários de forma justa e legal.

Curtiu? Então comenta aí embaixo como vinha fazendo a precificação dos seus !

Jaque Machado Advogada

De acordo com o Código de Processo Civil e a resolução 125/2010 CNJ, tanto mediadores quanto conciliadores devem devem observar as faixas de honorários estabelecidas. Sao 5 essas faixas: I- voluntário (zero reais); II - básico (de 600 a 800); III - intermediário (de 800 a 1200); IV - avançado ( 1200 a ou mais); V - extraordinário (livre sob condições incomuns). O que deve ser considerado na precificação? TUDO! Desde o overdelivery até a TMP. Quanto mais valor no seu trabalho, mais você fará jus a bons honorários sobre mediação. A resolução demanda atenção para a ordem de que a primeira sessão de apresentação não será cobrada pelo mediador e deverá conter, além da estimativa inicial da quantidade de horas de trabalho, informações sobre o procedimento e orientações acerca da confidencialidade, nos termos do artigo 14 da Lei de Mediação, de acordo com a realidade local. Os conciliadores e mediadores que optarem nas categorias previstas nos níveis remuneratórios de II a V deverão atuar a título não oneroso em 10% dos casos encaminhados pelo Poder Judiciário, com objetivo de atender aos processos em que foi deferida a gratuidade. Então, gostou a dica? Se você deseja acompanhar informações detalhadas soabre precificação de honorários na advocacia indico fortemente o perfil da Dra @janainapolicarpo.advogada , detalhes relevantes e passo a passo de como calcular seus honorários de forma justa e legal. Curtiu? Então comenta aí embaixo como vinha fazendo a precificação dos seus !

❤️A comunicação não violenta, de Marshall Rosenberg, tem como objeto a comunicação com empatia, uma forma de ouvir e falar para se conectar de forma autêntica, fomentando uma resposta positiva no outro, capaz de mudar paradigmas.

👊🏼Muito utilizada na mediação, a CNV aumenta significativamente os canais de comunicação e a resposta do interlocutor, de forma a ampliar a receptividade e o diálogo.

👇🏾Veja como são impactantes as diferenças nas expressões quando usamos CNV:

🤗1- não culpar
Pessoas se sentem culpadas o tempo todo, quando ela desconhece que algo afeta o outro pedir de forma errada pode parecer uma exigência que vai de encontro ao seu ponto de vista, soa como uma crítica.
“Você não me entende!” Pode ser substituído por “gostaria que me entendesse”.
“Você não me deixa falar” pode virar “gostaria de falar”

😘2- elogiar boas ações no lugar de somente apontar erros
O interlocutor se ressente e se sente inútil ou frustrado quando alguém o crítica negativamente. A resposta pode ser completamente diferente quando a fala apresenta o reforço de boas ações. Expressar sentimentos bons sobre ações positivas é a chave.
“Você sempre me deixa esperando e tenho medo de ser assaltada” pode ser substituído por “fiquei feliz quando chegou na hora exata na saída, me senti segura e senti que se importou comigo”.

👌3- dizer sim para tudo não é agradar 
A premissa de ser honesto vale muito mais do que agradar sempre, isso porque quando as coisas dependem de você, é importante que o outro conheça seus limites e suas necessidades. Na hora de comunicar o não deve ser dito com educação e sinceridade, evitando referência ao outro, diga o não de acordo com seus universo.
“Você sempre me pede para fazer coisas que não quero” dá lugar a “entendo sua necessidade, porém está além das minhas possibilidades” ou “sua necessidade é importante, mas no momento não posso atendê-la”

Não soa melhor?

Já sabe, se você gostou, te convido a deixar um sinal nos comentários para que saiba que pude contribuir na sua comunicação!

#cnv #comunicacaonaoviolenta #mediação #mediacaodeconflitos #judiciário #advocaciafamiliarista #direitodasfamilias #advocaciaporamor #advogatas #vemcomigo

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❤️A comunicação não violenta, de Marshall Rosenberg, tem como objeto a comunicação com empatia, uma forma de ouvir e falar para se conectar de forma autêntica, fomentando uma resposta positiva no outro, capaz de mudar paradigmas. 👊🏼Muito utilizada na mediação, a CNV aumenta significativamente os canais de comunicação e a resposta do interlocutor, de forma a ampliar a receptividade e o diálogo. 👇🏾Veja como são impactantes as diferenças nas expressões quando usamos CNV: 🤗1- não culpar Pessoas se sentem culpadas o tempo todo, quando ela desconhece que algo afeta o outro pedir de forma errada pode parecer uma exigência que vai de encontro ao seu ponto de vista, soa como uma crítica. “Você não me entende!” Pode ser substituído por “gostaria que me entendesse”. “Você não me deixa falar” pode virar “gostaria de falar” 😘2- elogiar boas ações no lugar de somente apontar erros O interlocutor se ressente e se sente inútil ou frustrado quando alguém o crítica negativamente. A resposta pode ser completamente diferente quando a fala apresenta o reforço de boas ações. Expressar sentimentos bons sobre ações positivas é a chave. “Você sempre me deixa esperando e tenho medo de ser assaltada” pode ser substituído por “fiquei feliz quando chegou na hora exata na saída, me senti segura e senti que se importou comigo”. 👌3- dizer sim para tudo não é agradar A premissa de ser honesto vale muito mais do que agradar sempre, isso porque quando as coisas dependem de você, é importante que o outro conheça seus limites e suas necessidades. Na hora de comunicar o não deve ser dito com educação e sinceridade, evitando referência ao outro, diga o não de acordo com seus universo. “Você sempre me pede para fazer coisas que não quero” dá lugar a “entendo sua necessidade, porém está além das minhas possibilidades” ou “sua necessidade é importante, mas no momento não posso atendê-la” Não soa melhor? Já sabe, se você gostou, te convido a deixar um sinal nos comentários para que saiba que pude contribuir na sua comunicação! #cnv #comunicacaonaoviolenta #mediação #mediacaodeconflitos #judiciário #advocaciafamiliarista #direitodasfamilias #advocaciaporamor #advogatas #vemcomigo

Muitos clientes que são pais possuem uma relação muito forte com a prole mesmo após o divorcio, isso em diferentes tipos de guarda.
Mas a estatísticas revelam uma triste realidade: aproximadamente 29% dos lares brasileiros são chefiados por mães solo.

PRECISAMOS FALAR DE ABORTO PATERNO!

Segundo o IBGE, em 2005 o Brasil tinha cerca de 10,5 milhões de famílias constituídas por mães solo. Em 2015, o número subiu para 11,6 milhões, correspondendo a 26,8% das famílias no Brasil.

O termo é polêmico porém parece que o assunto nem tanto, pois visualizamos uma total ausência normativa compelindo o pai que rejeita a parentalidade a cumprir o seu dever, ele some e nunca mais volta, não contribui para o sustento do filho ou aparece raramente.

O número é impactante! Nos deixa em dúvida a quem serve a legislação: ao abortar a mulher comete um crime, mas o pai que abandona a criança não. Quem sofre o resto da vida é o filho abandonado pelo pai, a mãe que fica sobrecarregada, ele segue a vida ignorando a existência da criança.

Claro, existem medidas judiciais para exigir alimentos e pode ser seja possível exigir o cumprimento da responsabilidade parental levada a termo numa sentença de guarda compartilhada, mas é tão difícil exigir responsabilidade na prática de um caso tão extremo (e pelas estatísticas tão comum) que a mãe não sabe por onde começar.

Muitos fatores favorecem essa fuga da responsabilidade, mas o mais cruel é a total ausência de lei que venha a compelir o pai a tomar conta do menor junto com a mãE, senão pela via administrativa ou judicial.

A responsabilidade material surge desde a concepção, devendo o genitor arcar com as despesas da gravidez junto com a mãe, o que se faz através da ação de alimentos gravídicos.

A ação de guarda e visitas cuida da parte imaterial, esculpe toda a responsabilidade que poderá ser exigida judicialmente através da execução.
O alerta fica aqui para que as mães não assumam a responsabilidade sozinhas, que busquem por todos os meios o direito da criança!
#maesolo #maes #filhos

Jaque Machado Advogada

Muitos clientes que são pais possuem uma relação muito forte com a prole mesmo após o divorcio, isso em diferentes tipos de guarda. Mas a estatísticas revelam uma triste realidade: aproximadamente 29% dos lares brasileiros são chefiados por mães solo. PRECISAMOS FALAR DE ABORTO PATERNO! Segundo o IBGE, em 2005 o Brasil tinha cerca de 10,5 milhões de famílias constituídas por mães solo. Em 2015, o número subiu para 11,6 milhões, correspondendo a 26,8% das famílias no Brasil. O termo é polêmico porém parece que o assunto nem tanto, pois visualizamos uma total ausência normativa compelindo o pai que rejeita a parentalidade a cumprir o seu dever, ele some e nunca mais volta, não contribui para o sustento do filho ou aparece raramente. O número é impactante! Nos deixa em dúvida a quem serve a legislação: ao abortar a mulher comete um crime, mas o pai que abandona a criança não. Quem sofre o resto da vida é o filho abandonado pelo pai, a mãe que fica sobrecarregada, ele segue a vida ignorando a existência da criança. Claro, existem medidas judiciais para exigir alimentos e pode ser seja possível exigir o cumprimento da responsabilidade parental levada a termo numa sentença de guarda compartilhada, mas é tão difícil exigir responsabilidade na prática de um caso tão extremo (e pelas estatísticas tão comum) que a mãe não sabe por onde começar. Muitos fatores favorecem essa fuga da responsabilidade, mas o mais cruel é a total ausência de lei que venha a compelir o pai a tomar conta do menor junto com a mãE, senão pela via administrativa ou judicial. A responsabilidade material surge desde a concepção, devendo o genitor arcar com as despesas da gravidez junto com a mãe, o que se faz através da ação de alimentos gravídicos. A ação de guarda e visitas cuida da parte imaterial, esculpe toda a responsabilidade que poderá ser exigida judicialmente através da execução. O alerta fica aqui para que as mães não assumam a responsabilidade sozinhas, que busquem por todos os meios o direito da criança! #maesolo #maes #filhos

Muita coisa influência na verdadeira ópera que se inicia com o #divorcio.

E tá tudo bem. 
Até não estar mais. O que quero dizer com isso? Que é normal as partes terem sentimentos e não os entenderem, isso pode atrapalhar incialmente o diálogo, porém, a Humanização no atendimento do #direitodasfamílias pode amenizar todas essas circunstâncias. As guerras judiciais acirram ainda mais as coisas, nada substitui a oportunidade de construir um canal de diálogo para o agora e para o futuro.
Quando se corre para o #judiciario como primeira alternativa, toda essa possibilidade vai por ralo abaixo.

O que ocorre depois das partes abrirem mão da sua #autonomia para decidirem de forma consciente e adulta sobre suas próprias vidas e que vira a #sentença, qualquer coisa diferente do que diga ali ou que seja motivo de discordância e não esteja registrado nela dará origem a microconflitos, que assim como o primeiro trarão urgência de recorrer ao #judiciário. 

Por isso a importância da #atuaçãohumanizada para que o profissional fomente a ideia de que o conflito é a oportunidade das partes reconstruírem a situação, tomando o controle e se responsabilizando pelo futuro da prole de forma equânime e sem atritos, no que for possível.

Quando se rompe o #diálogo, quando surge uma sentença impositiva e que não está de acordo com o que as partes esperavam, nesse cenário de caos, pode ocorrer o descumprimento unilateral ou bilateral dessa sentença.

Como saber se isso está acontecendo?

A caracterização da inexecução ou descumprimento unilateral ou bilateral da sentença é feita pelo comportamento reiterado.
 É preciso observar se a outra parte está ou não de acordo com alteração, se o comportamento reiterado acaba por prejudicar as visitas ou exercício da #guardacompartilhada, se ocorre de forma injustificada, se acompanha desídia com os próprios deveres daquele que impõe obstáculos à visitação, se causam abandono ou exposição emocional do menor pela falta do exercício da guarda compartilhada ou do cumprimento das visitas e convivências determinadas no título judicial e ainda se há suspeita de alienação parental.

Preste atenção e procure sempre a solução de menor impacto!

Jaque Machado Advogada

Muita coisa influência na verdadeira ópera que se inicia com o #divorcio. E tá tudo bem. Até não estar mais. O que quero dizer com isso? Que é normal as partes terem sentimentos e não os entenderem, isso pode atrapalhar incialmente o diálogo, porém, a Humanização no atendimento do #direitodasfamílias pode amenizar todas essas circunstâncias. As guerras judiciais acirram ainda mais as coisas, nada substitui a oportunidade de construir um canal de diálogo para o agora e para o futuro. Quando se corre para o #judiciario como primeira alternativa, toda essa possibilidade vai por ralo abaixo. O que ocorre depois das partes abrirem mão da sua #autonomia para decidirem de forma consciente e adulta sobre suas próprias vidas e que vira a #sentença, qualquer coisa diferente do que diga ali ou que seja motivo de discordância e não esteja registrado nela dará origem a microconflitos, que assim como o primeiro trarão urgência de recorrer ao #judiciário. Por isso a importância da #atuaçãohumanizada para que o profissional fomente a ideia de que o conflito é a oportunidade das partes reconstruírem a situação, tomando o controle e se responsabilizando pelo futuro da prole de forma equânime e sem atritos, no que for possível. Quando se rompe o #diálogo, quando surge uma sentença impositiva e que não está de acordo com o que as partes esperavam, nesse cenário de caos, pode ocorrer o descumprimento unilateral ou bilateral dessa sentença. Como saber se isso está acontecendo? A caracterização da inexecução ou descumprimento unilateral ou bilateral da sentença é feita pelo comportamento reiterado. É preciso observar se a outra parte está ou não de acordo com alteração, se o comportamento reiterado acaba por prejudicar as visitas ou exercício da #guardacompartilhada, se ocorre de forma injustificada, se acompanha desídia com os próprios deveres daquele que impõe obstáculos à visitação, se causam abandono ou exposição emocional do menor pela falta do exercício da guarda compartilhada ou do cumprimento das visitas e convivências determinadas no título judicial e ainda se há suspeita de alienação parental. Preste atenção e procure sempre a solução de menor impacto!

Onde bate forte seu coração na advocacia?

É onde deve posicionar sua atuação!

 Aqui bate forte na atuação humanizada!
Advogar de forma humanizada é colocar três bloquinhos na base da construção da sua advocacia, três bloquinhos do material mais sólido que existe: estratégia de atuação, necessidades humanas e valores inegociáveis.

A estratégia de atuação permite manejar a solução do conflito, encontrar a melhor técnica, a melhor abordagem, a melhor forma de dar ao cliente aquilo que ele precisa, sem misturar posição com direitos, fomentando sempre a autonomia.
A estratégia envolve desde o primeiro contato para agendamento de consulta, como também o que virá a seguir. Deve ser sustentada pelo resultado, pela continuidade e pela técnica.

Necessidades humanas é o segundo pilar. É nesse ponto que a advocacia humanizada deve atentar e pegar um outro caminho. Há advogados que sustentam que devem dar ao cliente exatamente aquilo que ele pede, e está tudo bem, essa é a posição dele enquanto profissional. Na advocacia humanizada esse mergulho não é assim tão fácil, é preciso identificar se a atuação do advogado não acirrará ainda mais o conflito, quais são as necessidades do seu cliente que estão escondidas atrás dos sentimentos, se o estado global das coisas não pode ser resolvido por práticas alternativas ao judiciário. Tudo que envolve colocar o bem estar do cliente como estratégia de atuação é advocacia humanizada. Ouvir, acolher e empoderar são fundamentos da humanização no atendimento.

Valores inegociáveis são aqueles que você não vai abrir mão na hora de prosseguir na sua atuação. É só a parte mais importante! Ética, comprometimento e empatia.
Essa ética não é a que está escrita na lei, que é o mínimo, mas o seu código de ética próprio, de acordo com seus princípios pessoais. O comprometimento deve ser recíproco, de cliente e advogado, pois a humanização é sobre transformar relações, a primeira deve ser entre profissional e cidadão. Empatia é uma habilidade e ao mesmo tempo um valor que não pode ser negociado na advocacia humanizada!
Onde bate seu ?❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️

#adv #advocacia #advogadas

Jaque Machado Advogada

Onde bate forte seu coração na advocacia? É onde deve posicionar sua atuação! Aqui bate forte na atuação humanizada! Advogar de forma humanizada é colocar três bloquinhos na base da construção da sua advocacia, três bloquinhos do material mais sólido que existe: estratégia de atuação, necessidades humanas e valores inegociáveis. A estratégia de atuação permite manejar a solução do conflito, encontrar a melhor técnica, a melhor abordagem, a melhor forma de dar ao cliente aquilo que ele precisa, sem misturar posição com direitos, fomentando sempre a autonomia. A estratégia envolve desde o primeiro contato para agendamento de consulta, como também o que virá a seguir. Deve ser sustentada pelo resultado, pela continuidade e pela técnica. Necessidades humanas é o segundo pilar. É nesse ponto que a advocacia humanizada deve atentar e pegar um outro caminho. Há advogados que sustentam que devem dar ao cliente exatamente aquilo que ele pede, e está tudo bem, essa é a posição dele enquanto profissional. Na advocacia humanizada esse mergulho não é assim tão fácil, é preciso identificar se a atuação do advogado não acirrará ainda mais o conflito, quais são as necessidades do seu cliente que estão escondidas atrás dos sentimentos, se o estado global das coisas não pode ser resolvido por práticas alternativas ao judiciário. Tudo que envolve colocar o bem estar do cliente como estratégia de atuação é advocacia humanizada. Ouvir, acolher e empoderar são fundamentos da humanização no atendimento. Valores inegociáveis são aqueles que você não vai abrir mão na hora de prosseguir na sua atuação. É só a parte mais importante! Ética, comprometimento e empatia. Essa ética não é a que está escrita na lei, que é o mínimo, mas o seu código de ética próprio, de acordo com seus princípios pessoais. O comprometimento deve ser recíproco, de cliente e advogado, pois a humanização é sobre transformar relações, a primeira deve ser entre profissional e cidadão. Empatia é uma habilidade e ao mesmo tempo um valor que não pode ser negociado na advocacia humanizada! Onde bate seu ?❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️❤️ #adv #advocacia #advogadas

#Repost @abapelotas with @make_repost
・・・
Conheça os PALESTRANTES do WEBINÁRIO DA JOVEM ADVOCACIA @abapelotas

“ADVOCACIA HUMANIZADA E POSICIONADA NO DIREITO DAS FAMÍLIAS: APRESENTANDO A MEDIAÇÃO AOS CLIENTES” é o título da palestra que a Dra  @jaquelinemachadoadvocacia dará no primeiro painel sobre o novo direito das famílias.

O WEBNIÁRIO DA JOVEM ADVOCACIA será realizado no dia 18/05 à partir das 9:20, contando com a participação de palestrantes Advogados e Advogadas, bem como Mediadores de todo o que território nacional. 

Apoio:
@aba_saoleopoldo 
@abapassofundo 
@aba.acre 
@aba_nacional 
@aba.sul 

As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas através do link na bio.

Marque seu amigo jovem advogado ou Advogada que precisa saber do evento nos comentários!

#jovemadvocacia #futuroadvogado #jovensadvogados #instaadvogada #direitoporamor #empreendedorismojuridico #advocaciaporamor

Jaque Machado Advogada

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O lucro da intervenção não é um instituto, mas uma tese complexa que ampara o pedido de indenização tendo como fundamento a vedação ao enriquecimento indevido às custas de bens ou direito de outro.

No julgamento do REsp 1698701/RJ ficaram definidos como sendo 4 os fatores do cálculo:
O ganho patrimonial, apuração de juros e correção sobre o tempo de intervenção, fatores subjetivos legados ao interventor (expertise, finalidade, despesas, entre outros) e havendo mais de um interventor, como foi a proporção da divisão desse lucro.

Tenham em mente que o prejuízo é sempre presumido, inclusive simulado no que diz respeito ao uso indevido da imagem no verbete  403 STJ, o fundamento é muito bem amarrado também pelo artigo 5 da Cf , inciso X, bem como artigo 20 do CC.

Outro detalhe importantíssimo (e essa é a parte que a gente anota) o pedido de danos morais e materiais não se soma ao lucro da intervenção, a indenização é medida pela extensão do dano (art. 944 do código civil), e quando o lucro for superior aos eventuais danos causados, o saldo positivo entre lucros obtidos e prejuízo indenizado poderá, é somente nesta parte, ser objeto de reparação por dano nos termos da responsabilidade civil.

Nunca é demais frisar: lucros a intervenção não  afeto à responsabilidade civil, é tema de enriquecimento indevido (844 do CC).

Se achou a informação útil vc pode salvar! Não esqueça de acompanhar o perfil a aplicação na ação de FGTS é uma ótima opção para fundar a sua tese incluindo pedindo secundários!

#responsabilidadecivil #lucrodaintervençao #lucro #direitocivil #novasteses #jovemasvogada #futuraadvogada #advocaciasênior #advogando #advogandocomamor #falajaque #vemcomigoju

Jaque Machado Advogada

O lucro da intervenção não é um instituto, mas uma tese complexa que ampara o pedido de indenização tendo como fundamento a vedação ao enriquecimento indevido às custas de bens ou direito de outro. No julgamento do REsp 1698701/RJ ficaram definidos como sendo 4 os fatores do cálculo: O ganho patrimonial, apuração de juros e correção sobre o tempo de intervenção, fatores subjetivos legados ao interventor (expertise, finalidade, despesas, entre outros) e havendo mais de um interventor, como foi a proporção da divisão desse lucro. Tenham em mente que o prejuízo é sempre presumido, inclusive simulado no que diz respeito ao uso indevido da imagem no verbete 403 STJ, o fundamento é muito bem amarrado também pelo artigo 5 da Cf , inciso X, bem como artigo 20 do CC. Outro detalhe importantíssimo (e essa é a parte que a gente anota) o pedido de danos morais e materiais não se soma ao lucro da intervenção, a indenização é medida pela extensão do dano (art. 944 do código civil), e quando o lucro for superior aos eventuais danos causados, o saldo positivo entre lucros obtidos e prejuízo indenizado poderá, é somente nesta parte, ser objeto de reparação por dano nos termos da responsabilidade civil. Nunca é demais frisar: lucros a intervenção não afeto à responsabilidade civil, é tema de enriquecimento indevido (844 do CC). Se achou a informação útil vc pode salvar! Não esqueça de acompanhar o perfil a aplicação na ação de FGTS é uma ótima opção para fundar a sua tese incluindo pedindo secundários! #responsabilidadecivil #lucrodaintervençao #lucro #direitocivil #novasteses #jovemasvogada #futuraadvogada #advocaciasênior #advogando #advogandocomamor #falajaque #vemcomigoju

SALVEM A DATA
08/04 às 17 horas no Facebook @paulotorellyadvogado 

Honrada pelo convite do querido @pauloperettitorelly  para participar desse programa uma segunda vez.

 Convido a todes para assistir e fazer uma troca conosco enquanto ouvimos todos o Msc e Professor  Jorge Eusébio Assunção. Vamos tratar sobre a obra escrita por ele e que faz uma revisão histórica sobre a escravidão nas charqueadas de Pelotas, local conhecido como Purgatório.

Gratidão imensa por poder participar desse debate e ouvir mestres que tanto admiro @pauloperettitorelly , professor Ricardo Camargo, Lucas Bolzan e José Eusébio Assunção.

@jaquemachadoescritora 

#veja #imprensa #comunicação #debate #advocacia

Jaque Machado Advogada

SALVEM A DATA 08/04 às 17 horas no Facebook @paulotorellyadvogado Honrada pelo convite do querido @pauloperettitorelly para participar desse programa uma segunda vez. Convido a todes para assistir e fazer uma troca conosco enquanto ouvimos todos o Msc e Professor Jorge Eusébio Assunção. Vamos tratar sobre a obra escrita por ele e que faz uma revisão histórica sobre a escravidão nas charqueadas de Pelotas, local conhecido como Purgatório. Gratidão imensa por poder participar desse debate e ouvir mestres que tanto admiro @pauloperettitorelly , professor Ricardo Camargo, Lucas Bolzan e José Eusébio Assunção. @jaquemachadoescritora #veja #imprensa #comunicação #debate #advocacia

Jaque Machado Advogada

Parece filme do Fellini, está dublagem.... mas os stories ficaram, como diriam meus filhos “bugados”.

Um grande aprendizado a cada etapa! Agradeço a @aba.comissaodamulher.rs @aba.sul @aba_nacional e @abapelotas pela oportunidade de a cada dia encontrar um pouquinho da minha advocacia em todos os espaços e construir junto de colegas excepcionais um cenário de crescimento e cooperação.

Jaque Machado Advogada

Um grande aprendizado a cada etapa! Agradeço a @aba.comissaodamulher.rs @aba.sul @aba_nacional e @abapelotas pela oportunidade de a cada dia encontrar um pouquinho da minha advocacia em todos os espaços e construir junto de colegas excepcionais um cenário de crescimento e cooperação.

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