World Mosquito Program Brasil

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Acontece um sutil aumento, mas a quantidade de mosquitos volta a se equilibrar depois que encerramos as liberações dos Wolbitos, Aedes aegypti com Wolbachia. 

A equipe do Método Wolbachia realiza estudos para que esse aumento seja pouco perceptível na região. A duração das liberações é de 16 semanas e, depois disso, ao perceber que o nível de Wolbachia está alto, interrompemos as solturas.

Como o cruzamento entre um mosquito macho com Wolbachia e uma fêmea sem a bactéria não gerar filhotes, este fator na reprodução faz com que a quantidade de mosquitos volte ao patamar anterior às liberações.

E além disso, a população local estará protegida contra a dengue, Zika e chikungunya. 

Você já ouviu falar no Método Wolbachia? Quais são suas dúvidas sobre esse método de controle das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti?

#mosquito #wolbito #aedesaegypti #wolbachia #dengue #zika #chikungunya #saude #liberacao #fiocruz #MétodoWolbachia

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Acontece um sutil aumento, mas a quantidade de mosquitos volta a se equilibrar depois que encerramos as liberações dos Wolbitos, Aedes aegypti com Wolbachia. A equipe do Método Wolbachia realiza estudos para que esse aumento seja pouco perceptível na região. A duração das liberações é de 16 semanas e, depois disso, ao perceber que o nível de Wolbachia está alto, interrompemos as solturas. Como o cruzamento entre um mosquito macho com Wolbachia e uma fêmea sem a bactéria não gerar filhotes, este fator na reprodução faz com que a quantidade de mosquitos volte ao patamar anterior às liberações. E além disso, a população local estará protegida contra a dengue, Zika e chikungunya. Você já ouviu falar no Método Wolbachia? Quais são suas dúvidas sobre esse método de controle das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti? #mosquito #wolbito #aedesaegypti #wolbachia #dengue #zika #chikungunya #saude #liberacao #fiocruz #MétodoWolbachia

Imagine uma tecnologia capaz de reduzir mais da metade dos casos de dengue de uma cidade. Isso é possível! O Método Wolbachia contribuiu para redução de até 77% dos casos de dengue nos bairros que receberam os Wolbitos, Aedes aegypti com Wolbachia, em Niterói.

Além dos até 77% menos notificações de dengue, também tivemos 60% menos casos de chikungunya na cidade.

Niterói foi uma das primeiras cidades, junto com o Rio de Janeiro, a receber os mosquitos do Método Wolbachia. Em 2014, a população do bairro de Jurujuba começou a ser protegida pelos mosquitos que ajudam no combate à dengue, Zika e chikungunya. 

Este bairro mantém números elevados de presença de Wolbachia, com valores sempre acima de 90%, mesmo não havendo, há mais de cinco anos, liberação de Aedes aegypti com Wolbachia nesse bairro.

Em qual município você gostaria de ver o Método Wolbachia?

@curtoniteroi 
#Niteroi #Nikiti #Estadodorio #Wolbachia #Fiocruz #Aedesaegypti #saude #MétodoWolbachia #Wolbito

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Imagine uma tecnologia capaz de reduzir mais da metade dos casos de dengue de uma cidade. Isso é possível! O Método Wolbachia contribuiu para redução de até 77% dos casos de dengue nos bairros que receberam os Wolbitos, Aedes aegypti com Wolbachia, em Niterói. Além dos até 77% menos notificações de dengue, também tivemos 60% menos casos de chikungunya na cidade. Niterói foi uma das primeiras cidades, junto com o Rio de Janeiro, a receber os mosquitos do Método Wolbachia. Em 2014, a população do bairro de Jurujuba começou a ser protegida pelos mosquitos que ajudam no combate à dengue, Zika e chikungunya. Este bairro mantém números elevados de presença de Wolbachia, com valores sempre acima de 90%, mesmo não havendo, há mais de cinco anos, liberação de Aedes aegypti com Wolbachia nesse bairro. Em qual município você gostaria de ver o Método Wolbachia? @curtoniteroi #Niteroi #Nikiti #Estadodorio #Wolbachia #Fiocruz #Aedesaegypti #saude #MétodoWolbachia #Wolbito

É o vírus da dengue que deixa as pessoas doentes e não o mosquito.

O Aedes aegypti e outros mosquitos da natureza precisam de sangue para o seu metabolismo durante a reprodução. É aí que a fêmea te pica. Se você estiver doente, o vírus passa para o mosquito, se replica e em alguns dias pode ser transmitido para outra pessoa. 

O vírus da dengue, que também deixa o mosquito doente, entra no corpo da pessoa e causa todos os problemas. Ao longo dos anos, esse vírus se adaptou muito bem ao organismo do mosquito para se perpetuar na natureza. 

Nós do Método Wolbachia utilizamos o próprio mosquito como aliado no combate a essa doença. Sabe como? Impedindo que o vírus da dengue se desenvolva dentro do mosquito e que não seja transmitido para outras pessoas. Assim, conseguimos reduzir os casos dessas e das outras doenças que o Aedes aegypti transmite. 

Em Yogyakarta, na Indonésia, um estudo mostrou que em lugares que liberamos Aedes aegypti com Wolbachia tivemos menos 77% de casos de dengue. E em Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, tivemos uma redução de até 77% nos casos de dengue e 60% de chikungunya. 

Você já pegou dengue? Conte pra gente o que sentiu.

Ah, e só lembrando, o Método Wolbachia é complementar. Para combater a dengue você deve continuar eliminando os criadouros de mosquitos em casa e estabelecimentos comerciais.

#dengue #Aedesaegypti #MétodoWolbachia #Wolbachia #biogologia #entomologia #virus #ciencia #divulgacaocientifica #Fiocruz

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É o vírus da dengue que deixa as pessoas doentes e não o mosquito. O Aedes aegypti e outros mosquitos da natureza precisam de sangue para o seu metabolismo durante a reprodução. É aí que a fêmea te pica. Se você estiver doente, o vírus passa para o mosquito, se replica e em alguns dias pode ser transmitido para outra pessoa. O vírus da dengue, que também deixa o mosquito doente, entra no corpo da pessoa e causa todos os problemas. Ao longo dos anos, esse vírus se adaptou muito bem ao organismo do mosquito para se perpetuar na natureza. Nós do Método Wolbachia utilizamos o próprio mosquito como aliado no combate a essa doença. Sabe como? Impedindo que o vírus da dengue se desenvolva dentro do mosquito e que não seja transmitido para outras pessoas. Assim, conseguimos reduzir os casos dessas e das outras doenças que o Aedes aegypti transmite. Em Yogyakarta, na Indonésia, um estudo mostrou que em lugares que liberamos Aedes aegypti com Wolbachia tivemos menos 77% de casos de dengue. E em Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, tivemos uma redução de até 77% nos casos de dengue e 60% de chikungunya. Você já pegou dengue? Conte pra gente o que sentiu. Ah, e só lembrando, o Método Wolbachia é complementar. Para combater a dengue você deve continuar eliminando os criadouros de mosquitos em casa e estabelecimentos comerciais. #dengue #Aedesaegypti #MétodoWolbachia #Wolbachia #biogologia #entomologia #virus #ciencia #divulgacaocientifica #Fiocruz

Quando você fica doente, não é importante fazer o diagnóstico para saber do que se trata? O diagnóstico vai identificar o problema, investigar as causas e buscar soluções. E no Método Wolbachia não seria diferente.

É a nossa equipe de diagnóstico que comprova que as liberações estão dando certo. O laboratório de diagnóstico recebe as amostras do monitoramento de campo para extrair o DNA dos mosquitos. A partir desse processo, são realizadas algumas análises importantes:

Análises frequentes dos nossos mosquitos para termos certeza de que só liberamos Aedes aegypti com Wolbachia.

Verificação periódica da resistência dos nossos Aedes aegypti a inseticidas. Porque tentamos manter ao máximo os nossos mosquitos semelhantes aos de campo para que tenham as mesmas chances de sobreviver, se reproduzir e se estabelecer no local de liberação. 

O famoso PCR em tempo real e o LAMP, duas técnicas de biologia molecular, indicam se os mosquitos capturados têm ou não Wolbachia e, a partir disso, sabemos se os Wolbitos estão se estabelecendo em campo.

Com essa equipe em ação, sabemos que está tudo correndo bem. Eles são o termômetro do Método Wolbachia. 

#diagnóstico #MétodoWolbachia #analise #WMPBrasil #Wolbachia #PCR #biologiamolecular #biotecnologia #Wolbito #laboratorio

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Quando você fica doente, não é importante fazer o diagnóstico para saber do que se trata? O diagnóstico vai identificar o problema, investigar as causas e buscar soluções. E no Método Wolbachia não seria diferente. É a nossa equipe de diagnóstico que comprova que as liberações estão dando certo. O laboratório de diagnóstico recebe as amostras do monitoramento de campo para extrair o DNA dos mosquitos. A partir desse processo, são realizadas algumas análises importantes: Análises frequentes dos nossos mosquitos para termos certeza de que só liberamos Aedes aegypti com Wolbachia. Verificação periódica da resistência dos nossos Aedes aegypti a inseticidas. Porque tentamos manter ao máximo os nossos mosquitos semelhantes aos de campo para que tenham as mesmas chances de sobreviver, se reproduzir e se estabelecer no local de liberação. O famoso PCR em tempo real e o LAMP, duas técnicas de biologia molecular, indicam se os mosquitos capturados têm ou não Wolbachia e, a partir disso, sabemos se os Wolbitos estão se estabelecendo em campo. Com essa equipe em ação, sabemos que está tudo correndo bem. Eles são o termômetro do Método Wolbachia. #diagnóstico #MétodoWolbachia #analise #WMPBrasil #Wolbachia #PCR #biologiamolecular #biotecnologia #Wolbito #laboratorio

Na próxima semana, novas áreas de Belo Horizonte (MG) vão começar a receber os Wolbitos! 

O Método Wolbachia da Fiocruz, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, dará início, a partir desta segunda-feira, 31, à liberação de Wolbitos, os mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia. Essa nova rodada de solturas acontecerá em mais três regionais: Barreiro, Leste e Oeste. 

Os mosquitos são criados na biofábrica do Método Wolbachia e serão liberados semanalmente pelas equipes da Secretaria Municipal de Saúde e do WMP Brasil/Fiocruz. 

Este método consiste na liberação desses mosquitos para que se reproduzam com os Aedes aegypti locais e seja estabelecida uma população de insetos, todos com Wolbachia, para, assim, ajudar na redução dos casos de dengue, Zika e chikungunya na região.

Na primeira etapa do projeto, foram liberados mosquitos nas regionais Venda Nova, Norte e Noroeste. Já na segunda, foi a vez das regionais Centro Sul, Nordeste e Pampulha. Nestas áreas, o trabalho de monitoramento dos mosquitos segue sendo realizado e a tendência é o aumento gradual e natural dos mosquitos com Wolbachia.

Quem é de BH e vai receber ou já recebeu os Wolbitos que ajudam a combater a dengue, Zika e chikungunya levanta a mão ✋

@prefeiturabh @alexandrekaliloficial @saudemg @governomg 

#BeloHorizonte #BH #Minas #Mineirinho #Uai #MétodoWolbachia #Fiocruz #saude #divulgacaocientifica #Aedesaegypti #Dengue #Zika #chikungunya #saudepublica #Wolbito #Wolbachia

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Na próxima semana, novas áreas de Belo Horizonte (MG) vão começar a receber os Wolbitos! O Método Wolbachia da Fiocruz, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, dará início, a partir desta segunda-feira, 31, à liberação de Wolbitos, os mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia. Essa nova rodada de solturas acontecerá em mais três regionais: Barreiro, Leste e Oeste. Os mosquitos são criados na biofábrica do Método Wolbachia e serão liberados semanalmente pelas equipes da Secretaria Municipal de Saúde e do WMP Brasil/Fiocruz. Este método consiste na liberação desses mosquitos para que se reproduzam com os Aedes aegypti locais e seja estabelecida uma população de insetos, todos com Wolbachia, para, assim, ajudar na redução dos casos de dengue, Zika e chikungunya na região. Na primeira etapa do projeto, foram liberados mosquitos nas regionais Venda Nova, Norte e Noroeste. Já na segunda, foi a vez das regionais Centro Sul, Nordeste e Pampulha. Nestas áreas, o trabalho de monitoramento dos mosquitos segue sendo realizado e a tendência é o aumento gradual e natural dos mosquitos com Wolbachia. Quem é de BH e vai receber ou já recebeu os Wolbitos que ajudam a combater a dengue, Zika e chikungunya levanta a mão ✋ @prefeiturabh @alexandrekaliloficial @saudemg @governomg #BeloHorizonte #BH #Minas #Mineirinho #Uai #MétodoWolbachia #Fiocruz #saude #divulgacaocientifica #Aedesaegypti #Dengue #Zika #chikungunya #saudepublica #Wolbito #Wolbachia

Você sabia que só as fêmeas de mosquitos picam a gente?

Isso mesmo! As fêmeas de Aedes aegypti precisam do nosso sangue para produzir seus ovos, enquanto os machos dessa espécie se alimentam somente de substâncias açucaradas de origem vegetal, como néctar de flores, nectários extraflorais e frutas. 

A fêmea também se alimenta dessas substâncias vegetais para conseguir energia, porém é através da alimentação sanguínea que ela consegue amadurecer seus ovos e depositá-los nos criadouros. 

Elas gostam de colocar seus ovos nas paredes de recipientes que acumulam água. Então, para não correr o risco de pegar dengue, Zika ou chikungunya, faça sempre a vistoria em casa e no quintal para eliminar os focos de mosquito. 

#Aedesaegypti #mosquito #10minutoscontraadengue #fêmea #Fiocruz #saude #divulgacaocientifica #entomologia #insetos #wolbito

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Você sabia que só as fêmeas de mosquitos picam a gente? Isso mesmo! As fêmeas de Aedes aegypti precisam do nosso sangue para produzir seus ovos, enquanto os machos dessa espécie se alimentam somente de substâncias açucaradas de origem vegetal, como néctar de flores, nectários extraflorais e frutas. A fêmea também se alimenta dessas substâncias vegetais para conseguir energia, porém é através da alimentação sanguínea que ela consegue amadurecer seus ovos e depositá-los nos criadouros. Elas gostam de colocar seus ovos nas paredes de recipientes que acumulam água. Então, para não correr o risco de pegar dengue, Zika ou chikungunya, faça sempre a vistoria em casa e no quintal para eliminar os focos de mosquito. #Aedesaegypti #mosquito #10minutoscontraadengue #fêmea #Fiocruz #saude #divulgacaocientifica #entomologia #insetos #wolbito

Parabéns, Fiocruz, pelos 121 anos de existência levando ciência para todo o Brasil e o mundo!

A instituição foi inaugurada em 1900 com o nome de Instituto Soroterápico Federal. Originalmente foi criada para fabricar soros e vacinas contra a peste bubônica. A história da Fiocruz  se confunde com o próprio desenvolvimento da saúde pública no país.

No comando de Oswaldo Cruz, o Instituto foi responsável pela reforma sanitária que erradicou a epidemia de peste bubônica e a febre amarela no Rio de Janeiro, capital da república à época.

Nos primeiros anos do século 21, alcançou grandes avanços científicos, com feitos como o deciframento do genoma da bactéria usada na vacina contra a tuberculose. A Fiocruz tem uma trajetória muito bem sucedida, que ganhou novos passos com a criação de escritórios em diversos estados do país.

Hoje, está no país a frente do combate a maior pandemia do século, produzindo vacinas e imunizando milhares de brasileiros contra a covid-19. 

Qual serviço que a Fiocruz oferece que você acha essencial para os brasileiros?

Foto: Leonardo Oliveira

#Fiocruz #saude #saudepublica #oswaldocruz #Rio #vacina #covid #soros #historia @oficialfiocruz

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Parabéns, Fiocruz, pelos 121 anos de existência levando ciência para todo o Brasil e o mundo! A instituição foi inaugurada em 1900 com o nome de Instituto Soroterápico Federal. Originalmente foi criada para fabricar soros e vacinas contra a peste bubônica. A história da Fiocruz se confunde com o próprio desenvolvimento da saúde pública no país. No comando de Oswaldo Cruz, o Instituto foi responsável pela reforma sanitária que erradicou a epidemia de peste bubônica e a febre amarela no Rio de Janeiro, capital da república à época. Nos primeiros anos do século 21, alcançou grandes avanços científicos, com feitos como o deciframento do genoma da bactéria usada na vacina contra a tuberculose. A Fiocruz tem uma trajetória muito bem sucedida, que ganhou novos passos com a criação de escritórios em diversos estados do país. Hoje, está no país a frente do combate a maior pandemia do século, produzindo vacinas e imunizando milhares de brasileiros contra a covid-19. Qual serviço que a Fiocruz oferece que você acha essencial para os brasileiros? Foto: Leonardo Oliveira #Fiocruz #saude #saudepublica #oswaldocruz #Rio #vacina #covid #soros #historia @oficialfiocruz

Você sabe o que é Método de Controle Biológico? É aquele que usa um organismo para combater outro. 

A introdução da bactéria Wolbachia nas células do Aedes aegypti é uma forma de controle biológico, já que utiliza esse microrganismo para impedir que a dengue, Zika e chikungunya se desenvolvam dentro do mosquito, reduzindo assim a transmissão dessas doenças.

O guarú, lebiste selvagem ou barrigudinho, também é uma arma no combate à dengue. Esse peixinho se alimenta das larvas do mosquito e interrompe o ciclo de reprodução dele.

A bactéria Bacillus thuringiensis israelensis, ou Bti, representa uma outra alternativa eficiente no controle dessas doenças. Apesar de algumas restrições, este organismo mata a larva do Aedes aegypti de diferentes maneiras. 

O Método Wolbachia é complementar a todas as formas de controle de doenças. Por isso, é necessário que órgãos públicos e população continuem realizando ações de combate a dengue, Zika e chikungunya na sua cidade. 

Qual tipo de controle você utiliza para combater a dengue, Zika e chikungunya?

#dengue #Aedesaegypti #saude #entomologia #biologia #MétodoWolbachia #controle #Zika #peixinho #Bti #mosquito #fiocruz

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Você sabe o que é Método de Controle Biológico? É aquele que usa um organismo para combater outro. A introdução da bactéria Wolbachia nas células do Aedes aegypti é uma forma de controle biológico, já que utiliza esse microrganismo para impedir que a dengue, Zika e chikungunya se desenvolvam dentro do mosquito, reduzindo assim a transmissão dessas doenças. O guarú, lebiste selvagem ou barrigudinho, também é uma arma no combate à dengue. Esse peixinho se alimenta das larvas do mosquito e interrompe o ciclo de reprodução dele. A bactéria Bacillus thuringiensis israelensis, ou Bti, representa uma outra alternativa eficiente no controle dessas doenças. Apesar de algumas restrições, este organismo mata a larva do Aedes aegypti de diferentes maneiras. O Método Wolbachia é complementar a todas as formas de controle de doenças. Por isso, é necessário que órgãos públicos e população continuem realizando ações de combate a dengue, Zika e chikungunya na sua cidade. Qual tipo de controle você utiliza para combater a dengue, Zika e chikungunya? #dengue #Aedesaegypti #saude #entomologia #biologia #MétodoWolbachia #controle #Zika #peixinho #Bti #mosquito #fiocruz

No caso do Aedes aegypti, as fêmeas fazem isso para garantir o amadurecimento dos seus ovários e produção dos ovos. Por isso os machos não picam as pessoas.

A fêmea de Aedes aegypti precisa que seu estômago esteja totalmente ocupado na sua máxima capacidade de distensão abdominal para iniciar os processos bioquímicos e fisiológicos que resultam na vitelogênese. 

E que raios é "vitelogênese"? É o processo de armazenar nutrientes dentro do ovo. Essas reservas alimentarão o futuro embrião que se formará dentro do ovo e que se transformará numa larva de Aedes aegypti. 

Para evitar que os mosquitos suguem seu sangue e passem doenças para você e sua família, você pode usar repelentes, telas nas janelas e, claro, fazer a vistoria em casa não deixando água parada. 

Quem já ficou com a mão suja de sangue depois de matar uma fêmea de Aedes aegypti levanta a mão ✋?

Fonte: Dengue: Teorias e Práticas, @editorafiocruz .

#Aedesaegypti #sangue #mosquito #picada #sangue #femea #entomologia #ecologia #biologia #ovo @wmpglobal

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No caso do Aedes aegypti, as fêmeas fazem isso para garantir o amadurecimento dos seus ovários e produção dos ovos. Por isso os machos não picam as pessoas. A fêmea de Aedes aegypti precisa que seu estômago esteja totalmente ocupado na sua máxima capacidade de distensão abdominal para iniciar os processos bioquímicos e fisiológicos que resultam na vitelogênese. E que raios é "vitelogênese"? É o processo de armazenar nutrientes dentro do ovo. Essas reservas alimentarão o futuro embrião que se formará dentro do ovo e que se transformará numa larva de Aedes aegypti. Para evitar que os mosquitos suguem seu sangue e passem doenças para você e sua família, você pode usar repelentes, telas nas janelas e, claro, fazer a vistoria em casa não deixando água parada. Quem já ficou com a mão suja de sangue depois de matar uma fêmea de Aedes aegypti levanta a mão ✋? Fonte: Dengue: Teorias e Práticas, @editorafiocruz . #Aedesaegypti #sangue #mosquito #picada #sangue #femea #entomologia #ecologia #biologia #ovo @wmpglobal

Quem já teve dengue tem duas vezes mais chance de desenvolver a forma sintomática da covid-19. 

A constatação faz parte do estudo “Epidemias em interação na Amazônia”, realizado com 1.285 moradores do município Mâncio Lima, no Acre. A pesquisa foi conduzida pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e publicada na revista Clinical Infectious Diseases.

A ideia inicial era verificar se pessoas que já tiveram dengue teriam algum tipo de proteção sobre a Sars-CoV-2, mas foi observado justamente o contrário. 

Os pesquisadores ainda não sabem ao certo as causas desse fenômeno, mas apontam duas hipóteses. A primeira é que os anticorpos contra o vírus da dengue poderiam estar favorecendo, de algum modo, o agravamento da covid-19. A outra é sociodemográfica: populações estariam mais vulneráveis às duas doenças por características diversas.

O Método Wolbachia ajuda no combate a dengue, mas a população deve continuar a realizar ações para controlar as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como não deixar água parada. 

Você conhece alguém que teve dengue e covid-19? Quais foram os sintomas? Conta pra gente.

#Covid19 #sarscov2 #coronavirus #Aedesaegypti #mosquito #dengue #saude #doenca #Fiocruz #USP #Acre #ciencia #amazonia #biomedicina

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Quem já teve dengue tem duas vezes mais chance de desenvolver a forma sintomática da covid-19. A constatação faz parte do estudo “Epidemias em interação na Amazônia”, realizado com 1.285 moradores do município Mâncio Lima, no Acre. A pesquisa foi conduzida pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e publicada na revista Clinical Infectious Diseases. A ideia inicial era verificar se pessoas que já tiveram dengue teriam algum tipo de proteção sobre a Sars-CoV-2, mas foi observado justamente o contrário. Os pesquisadores ainda não sabem ao certo as causas desse fenômeno, mas apontam duas hipóteses. A primeira é que os anticorpos contra o vírus da dengue poderiam estar favorecendo, de algum modo, o agravamento da covid-19. A outra é sociodemográfica: populações estariam mais vulneráveis às duas doenças por características diversas. O Método Wolbachia ajuda no combate a dengue, mas a população deve continuar a realizar ações para controlar as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como não deixar água parada. Você conhece alguém que teve dengue e covid-19? Quais foram os sintomas? Conta pra gente. #Covid19 #sarscov2 #coronavirus #Aedesaegypti #mosquito #dengue #saude #doenca #Fiocruz #USP #Acre #ciencia #amazonia #biomedicina

Os profissionais de educação de Campo Grande (MS) foram cruciais para o engajamento sobre o Método Wolbachia na cidade. 

Em fevereiro de 2019, a equipe do WMP Brasil realizou uma reunião com os educadores do município, um evento que reuniu cerca de 180 profissionais da área. 

Depois da reunião, a Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande acrescentou um informativo sobre o Método Wolbachia e em seguida, questões sobre o Wolbito nas cartilhas distribuídas nas escolas do ensino fundamental. 

A partir dessas ações, um dos nossos colaboradores foi escalado pelos profissionais de educação para fazer uma formação com todos os professores da rede. O objetivo da conversa era dar suporte para esses profissionais trabalharem os assuntos da cartilha. 

Através dessas atividades, a informação chegou com mais facilidade aos pais e alunos da rede pública de ensino da cidade. As ações já renderam frutos! A professora Kely Brandão gravou três vídeos no seu canal do YouTube explicando o método para seus alunos. 

Você é de Campo Grande (MS)? Recebeu uma cartilha com o nosso informativo?

@prefeituradecampogrande @sesau_cg @governoms

#CampoGrande #CG #MS #CidadeMorena #CentroOeste #Wolbito #Educacao #Saude #educadores #professores #ensinopublico #wolbito

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Os profissionais de educação de Campo Grande (MS) foram cruciais para o engajamento sobre o Método Wolbachia na cidade. Em fevereiro de 2019, a equipe do WMP Brasil realizou uma reunião com os educadores do município, um evento que reuniu cerca de 180 profissionais da área. Depois da reunião, a Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande acrescentou um informativo sobre o Método Wolbachia e em seguida, questões sobre o Wolbito nas cartilhas distribuídas nas escolas do ensino fundamental. A partir dessas ações, um dos nossos colaboradores foi escalado pelos profissionais de educação para fazer uma formação com todos os professores da rede. O objetivo da conversa era dar suporte para esses profissionais trabalharem os assuntos da cartilha. Através dessas atividades, a informação chegou com mais facilidade aos pais e alunos da rede pública de ensino da cidade. As ações já renderam frutos! A professora Kely Brandão gravou três vídeos no seu canal do YouTube explicando o método para seus alunos. Você é de Campo Grande (MS)? Recebeu uma cartilha com o nosso informativo? @prefeituradecampogrande @sesau_cg @governoms #CampoGrande #CG #MS #CidadeMorena #CentroOeste #Wolbito #Educacao #Saude #educadores #professores #ensinopublico #wolbito

A Wolbachia não faz mal para os humanos porque ela só vive nas células de animais invertebrados. Ela é uma bactéria muito comum na natureza e está presente em mais de 60% dos insetos.

Foi identificada em 1924 por dois cientistas, Marshall Herting e Simeon Burt Wolbach. O nome dela é em homenagem a um dos seus descobridores. 

Quando presente no Aedes aegypti, a Wolbachia impede que os vírus da dengue, Zika, chikungunya e febre amarela se desenvolvam dentro do mosquito, contribuindo com a redução dessas doenças. 

Essa bactéria intracelular é capaz de manipular a reprodução dos animais em que habita.  Ela consegue transformar machos em fêmeas, causar partenogênese (o embrião se desenvolve sem precisar da fecundação do macho), provocar a morte de machos ou até mesmo promover incompatibilidade citoplasmática. 

No Aedes aegypti, este microrganismo causa a incompatibilidade citoplasmática, que é quando não nascem filhotes no momento em que um mosquito macho com Wolbachia cruza com uma fêmea que não tem a bactéria. Caso a fêmea tenha Wolbachia, independentemente do macho ter ou não o microrganismo, todos os filhotes vão nascer com a bactéria. Assim a Wolbachia se espalha por onde esses mosquitos são liberados. 

Você conhece outras bactérias que ajudam os seres humanos? Escreva nos comentários!

#Wolbachia #Aedesaegypti #vírus #dengue #Zika #chikungunya #ciencia #divulgacaocientifica

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A Wolbachia não faz mal para os humanos porque ela só vive nas células de animais invertebrados. Ela é uma bactéria muito comum na natureza e está presente em mais de 60% dos insetos. Foi identificada em 1924 por dois cientistas, Marshall Herting e Simeon Burt Wolbach. O nome dela é em homenagem a um dos seus descobridores. Quando presente no Aedes aegypti, a Wolbachia impede que os vírus da dengue, Zika, chikungunya e febre amarela se desenvolvam dentro do mosquito, contribuindo com a redução dessas doenças. Essa bactéria intracelular é capaz de manipular a reprodução dos animais em que habita. Ela consegue transformar machos em fêmeas, causar partenogênese (o embrião se desenvolve sem precisar da fecundação do macho), provocar a morte de machos ou até mesmo promover incompatibilidade citoplasmática. No Aedes aegypti, este microrganismo causa a incompatibilidade citoplasmática, que é quando não nascem filhotes no momento em que um mosquito macho com Wolbachia cruza com uma fêmea que não tem a bactéria. Caso a fêmea tenha Wolbachia, independentemente do macho ter ou não o microrganismo, todos os filhotes vão nascer com a bactéria. Assim a Wolbachia se espalha por onde esses mosquitos são liberados. Você conhece outras bactérias que ajudam os seres humanos? Escreva nos comentários! #Wolbachia #Aedesaegypti #vírus #dengue #Zika #chikungunya #ciencia #divulgacaocientifica

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